OFÍCIO Nº. 70
Dourado-MS, 25 de agosto de 2010.
Ao Excelentíssimo Reitor Damião Duque de Farias
O Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal da Grande Dourados vem por meio deste, solicitar a esta administração que divulgue o regimento interno das 10 faculdades de nossa universidade no site da UFGD, para que todos e todas tenham acesso.
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Repudio ao Sr. Prefeito Ari Artuzi
Dourados, 17 de agosto de 2010
O Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal da Grande Dourados vimos através desta, repudiar a opinião expressada pelo excelentíssimo prefeito Sr. Ari Artuzi.
Após alguns meses de aprovação do Estatuto da Igualdade Racial, cidadãos douradenses são submetidos a ouvir o tom "racista", palavras lamentáveis de racismo e preconceito feita por este representante da classe política do estado de Mato Grosso do Sul. Ocupante do cargo publico, prefeito da cidade de Dourados, região sul do estado, Sr. Ari Artuzi numa total inversão de valores, nos envergonhou em um programa de radio local, colocando posições racistas e preconceituosas em seu relato a obras feitas na cidade.
Diga-se que usou de termos como “nois estamos fazendo serviço de gente branca”, ‘serviço de gente”.
Como vitimas da nossa ignorância, ao acreditamos que este cidadão seria o melhor para nossa cidade, e o elegemos por acreditar em sua neutralidade quanto a origem de seus compatriotas, nem se importando com cor de pele de quem aqui habita entre índios e negros.
Disse que esta fazendo serviço de "gente branca", de boa qualidade que ele se preocupava com a cidade onde ele e sua família habita, quando ouvimos “Chavões” arcaicos e preconceituosos. “Fazem-nos retomarmos e rememorizar toda luta e sofrimento de um povo, “a vergonha da escravidão do brasil”.
Por isso, vimos através desta carta ao cidadãos repudiar a atitude do excelentíssimo prefeito. Ao mesmo tempo em que resgatamos a dignidade, o prefeito nos faz relembrar das nossas lutas pela igualdade racial.
vejam a fala do Sr. Prefeito, no link abaixo:
http://www.youtube.com/watch?v=KA-fUKiTlJw&feature=related
O Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal da Grande Dourados vimos através desta, repudiar a opinião expressada pelo excelentíssimo prefeito Sr. Ari Artuzi.
Após alguns meses de aprovação do Estatuto da Igualdade Racial, cidadãos douradenses são submetidos a ouvir o tom "racista", palavras lamentáveis de racismo e preconceito feita por este representante da classe política do estado de Mato Grosso do Sul. Ocupante do cargo publico, prefeito da cidade de Dourados, região sul do estado, Sr. Ari Artuzi numa total inversão de valores, nos envergonhou em um programa de radio local, colocando posições racistas e preconceituosas em seu relato a obras feitas na cidade.
Diga-se que usou de termos como “nois estamos fazendo serviço de gente branca”, ‘serviço de gente”.
Como vitimas da nossa ignorância, ao acreditamos que este cidadão seria o melhor para nossa cidade, e o elegemos por acreditar em sua neutralidade quanto a origem de seus compatriotas, nem se importando com cor de pele de quem aqui habita entre índios e negros.
Disse que esta fazendo serviço de "gente branca", de boa qualidade que ele se preocupava com a cidade onde ele e sua família habita, quando ouvimos “Chavões” arcaicos e preconceituosos. “Fazem-nos retomarmos e rememorizar toda luta e sofrimento de um povo, “a vergonha da escravidão do brasil”.
Por isso, vimos através desta carta ao cidadãos repudiar a atitude do excelentíssimo prefeito. Ao mesmo tempo em que resgatamos a dignidade, o prefeito nos faz relembrar das nossas lutas pela igualdade racial.
vejam a fala do Sr. Prefeito, no link abaixo:
http://www.youtube.com/watch?v=KA-fUKiTlJw&feature=related
1° Oficio enviado a reitoria sobre as matriculas do 2 semestre de 2010
OFÍCIO Nº. 59
Dourado-MS, 03 de agosto de 2010.
Ao Excelentíssimo Reitor Damião Duque de Farias
C/C
Ao Pró-Reitor de Ensino de Graduação
Prof. Dr. Sidnei Azevedo de Souza
O Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal da Grande Dourados vem por meio deste, informar a preocupação dos acadêmicos em relação a realização das matriculas. Gostaríamos que a atual administração, através da pró-reitoria de ensino de graduação, informasse em nota explicativa o motivo do atraso e as medidas tomadas para resolver o problema. Visto que, pelos sucessivos atrasos nos semestres anteriores, tornou-se motivo de descrédito, entre os acadêmicos, à atual administração da universidade responsável pela realização das matrículas.
Gostaríamos de salientar, que acreditamos no empenho da universidade em sanar os problemas advindos das matriculas, mas precisamos e também queremos ser informados dos acontecimentos referentes às matriculas.
Sendo assim, reivindicamos, que seja divulgado os últimos acontecimentos sobre a matricula do 2º semestre de 2010 e quando será tomada as medidas corretivas, solucionando assim, o fato ocorrido.
Dourado-MS, 03 de agosto de 2010.
Ao Excelentíssimo Reitor Damião Duque de Farias
C/C
Ao Pró-Reitor de Ensino de Graduação
Prof. Dr. Sidnei Azevedo de Souza
O Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal da Grande Dourados vem por meio deste, informar a preocupação dos acadêmicos em relação a realização das matriculas. Gostaríamos que a atual administração, através da pró-reitoria de ensino de graduação, informasse em nota explicativa o motivo do atraso e as medidas tomadas para resolver o problema. Visto que, pelos sucessivos atrasos nos semestres anteriores, tornou-se motivo de descrédito, entre os acadêmicos, à atual administração da universidade responsável pela realização das matrículas.
Gostaríamos de salientar, que acreditamos no empenho da universidade em sanar os problemas advindos das matriculas, mas precisamos e também queremos ser informados dos acontecimentos referentes às matriculas.
Sendo assim, reivindicamos, que seja divulgado os últimos acontecimentos sobre a matricula do 2º semestre de 2010 e quando será tomada as medidas corretivas, solucionando assim, o fato ocorrido.
Oficio enviado a reitoria sobre as matriculas
OFÍCIO Nº. 62
Dourado-MS, 12 de agosto de 2010.
Ao Excelentíssimo Reitor Damião Duque de Farias
C/C
Ao Pró-Reitor de Ensino de Graduação
Prof. Dr. Sidnei Azevedo de Souza
O Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal da Grande Dourados vem por meio deste, demonstrar nossa extrema indignação com o processo de matriculas do 2º semestre de 2010.
Temos consciência dos problemas que esta administração encontrou com um novo sistema de matriculas e sua modernização, mas não concordamos com as atitudes do setor responsável pelas matriculas, de não informar aos acadêmicos sobre os problemas contínuos do sistema de matriculas.
Falhas no processo de matriculas dos semestres anteriores foram acontecendo e esta administração não informou aos acadêmicos sobre estes. Nenhuma informação foi passada aos acadêmicos sobre os motivos destas falhas.
Acadêmicos passam horas em frente ao computador, esperando que o sistema possa o contemplar com a matricula, sendo uma profunda falta de respeito com todos e todas desta universidade.
Portanto, exigimos desta administração, retratação e pedido de desculpas, divulgado no site desta instituição, a todas e todos os acadêmicos desta respeitada universidade.
Dourado-MS, 12 de agosto de 2010.
Ao Excelentíssimo Reitor Damião Duque de Farias
C/C
Ao Pró-Reitor de Ensino de Graduação
Prof. Dr. Sidnei Azevedo de Souza
O Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal da Grande Dourados vem por meio deste, demonstrar nossa extrema indignação com o processo de matriculas do 2º semestre de 2010.
Temos consciência dos problemas que esta administração encontrou com um novo sistema de matriculas e sua modernização, mas não concordamos com as atitudes do setor responsável pelas matriculas, de não informar aos acadêmicos sobre os problemas contínuos do sistema de matriculas.
Falhas no processo de matriculas dos semestres anteriores foram acontecendo e esta administração não informou aos acadêmicos sobre estes. Nenhuma informação foi passada aos acadêmicos sobre os motivos destas falhas.
Acadêmicos passam horas em frente ao computador, esperando que o sistema possa o contemplar com a matricula, sendo uma profunda falta de respeito com todos e todas desta universidade.
Portanto, exigimos desta administração, retratação e pedido de desculpas, divulgado no site desta instituição, a todas e todos os acadêmicos desta respeitada universidade.
DCE solicita construção do QUIOSQUE

DCE solicita construção do QUIOSQUE
Desde do começo da gestão o tempo nao para, solicitamos a reitoria a construção do Quiosque, onde teremos um espaço para apresentações culturais, eventos alternativos e um ponto de encontro para os estudantes.
Este quiosque estará localizado proximo ao DCE.
DCE é de luta!!!
DCE reivindica construção do Redário

DCE reivindica construção do Redário
Para que os estudantes e toda comunidade academica possam ter mais conforto nas horas vagas, reivindicamos a construção de um redario. Esse será um ponto de descanso a todos e todas que queiram relaxar depois do almoço.
O descanso de nós academicos, melhora o rendimento em sala de aula.
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
DCE presente na solenidade da UFGD com a presença do presidente Lula
http://www.agorams.com.br/index.php?ver=ler&id=180227
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
MEC confirma vinda do presidente Lula a Dourados
MEC confirma vinda do presidente Lula a Dourados
Lula fará a entrega e vai lançar novas obras na UFGD
A Assessoria de Comunicação do Ministério da Educação (MEC) confirmou nesta quinta-feira (12) a vinda do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, a Dourados, no próximo dia 24 de agosto, às 10h, na Unidade 2 da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD).
O Presidente vem para fazer a entrega da estrutura física de quatro importantes obras do campus (Auditório, Restaurante Universitário, Quadra Poliesportiva e Centro de Educação Infantil) e lançar outras que somam investimentos que ultrapassam os R$ 40 milhões na UFGD, implantada em seu governo dentro do programa expansão e criação de novas Instituições Federais de Ensino Superior (IFES), que permitiu a criação de 14 novas universidades, dentre elas a UFGD em 2005, e de 46 novos campi instalados no interior do país.
Os detalhes da vinda do Presidente da República estão sendo acertados entre a Assessoria de Comunicação do MEC e a reitoria da UFGD. Além das autoridades municipais e estaduais, dos poderes executivo, legislativo, judiciário e da segurança pública, estão convidados para a solenidade toda comunidade acadêmica da UFGD, de Dourados e região e de Mato Grosso do Sul, representantes de entidades de classe, religiosas, organizações não governamentais, da rede de ensino, dos sindicatos patronais, de empregados, movimentos sociais, instituições de ensino superior, profissionais da imprensa e empresas de comunicação, associações de bairro e a população em geral.
www.ufgd.edu.br
Lula fará a entrega e vai lançar novas obras na UFGD
A Assessoria de Comunicação do Ministério da Educação (MEC) confirmou nesta quinta-feira (12) a vinda do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, a Dourados, no próximo dia 24 de agosto, às 10h, na Unidade 2 da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD).
O Presidente vem para fazer a entrega da estrutura física de quatro importantes obras do campus (Auditório, Restaurante Universitário, Quadra Poliesportiva e Centro de Educação Infantil) e lançar outras que somam investimentos que ultrapassam os R$ 40 milhões na UFGD, implantada em seu governo dentro do programa expansão e criação de novas Instituições Federais de Ensino Superior (IFES), que permitiu a criação de 14 novas universidades, dentre elas a UFGD em 2005, e de 46 novos campi instalados no interior do país.
Os detalhes da vinda do Presidente da República estão sendo acertados entre a Assessoria de Comunicação do MEC e a reitoria da UFGD. Além das autoridades municipais e estaduais, dos poderes executivo, legislativo, judiciário e da segurança pública, estão convidados para a solenidade toda comunidade acadêmica da UFGD, de Dourados e região e de Mato Grosso do Sul, representantes de entidades de classe, religiosas, organizações não governamentais, da rede de ensino, dos sindicatos patronais, de empregados, movimentos sociais, instituições de ensino superior, profissionais da imprensa e empresas de comunicação, associações de bairro e a população em geral.
www.ufgd.edu.br
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
sexta-feira, 9 de julho de 2010
PEC, cibermiltância e o dia 7 de julho. Leia o artigo "A juventude, enfim, é parte da Constituição Brasileira!"
http://www.une.org.br/
8 de julho de 2010
PEC, cibermiltância e o dia 7 de julho. Leia o artigo "A juventude, enfim, é parte da Constituição Brasileira!"
O texto abaixo chegou ao e-mail do EstudanteNet às 23h29 desta quarta-feira. O dia ainda era o 7 de julho, data que já entra para a história brasileira por marcar uma das principais conquistas para os jovens de todo o país
As linhas que desenham esse artigo, concebido no calor da comemoração pela aprovação da PEC da Juventude, foram rabiscadas por três importantes personagens desta vitória. Figuras que na verdade representam as várias mãos dos mais de 50 milhões de jovens que estão agora inseridos no capítulo dos Direitos e Garantias Fundamentais da Constituição Federal. Uma parcela imensa da população que definirá a cara do desenvolvimento nacional nas próximas décadas. Via twitter, corpo a corpo ou no grito, uma geração que sonha alto com um Brasil maior.
“Foi esse lastro social contemporâneo que extravasou nos blogs, nos portais e na massiva campanha que ganhou o Twitter. Foi essa voz que se fez ouvir na Tribuna de Honra e nas galerias do Senado, é essa a razão da vitória que só anima a mocidade brasileira na luta por mais direitos, pela construção de um novo projeto nacional de desenvolvimento em que possamos ver, como diz a canção que não dá pra esquecer 'os meninos e o povo no poder eu quero ver'”, fala o texto a seguir.
Leia abaixo a íntegra do artigo assinado pelo presidente do Conjuve, Danilo Moreira; o presidente da UNE, Augusto Chagas; e o Secretário Nacional da Juventude Trabalhadora da CTB, Paulo Vinícius.
A juventude, enfim, é parte da Constituição Brasileira!
O dia 07 de julho marca uma nova página na história brasileira. Se há 22 anos os jovens deste país conquistaram o voto aos 16 anos, nessa data a juventude brasileira se inseriu como sujeito de direitos na Constituição da República Federativa do Brasil.
A aprovação da PEC 42/2008 no Senado Federal em duas votações unânimes ilustra a envergadura que ganhou a representação política da juventude brasileira no governo Lula, assim como o reconhecimento de todas as forças políticas da importância e da necessidade de considerar a juventude como sujeito de políticas públicas de Estado.
Doravante, não estará sujeita a política pública de juventude aos ditames deste ou daquele(a) gestor(a). Com a aprovação da PEC, abrem-se largas avenidas para a consecução de um Plano Decenal e de um Estatuto da Juventude. Entra na ordem do dia a realização da II Conferência Nacional da Juventude no primeiro semestre de 2011, assim como a consolidação dos órgãos gestores que tratem das questões relacionadas à juventude.
E não é a toa. Estudos demográficos apontam para um dado relevante. Essa geração comporá uma parcela imensa da população economicamente ativa que será a maior e definirá a face do desenvolvimento nacional nas próximas décadas. Quando a Câmara e o Senado aprovam a PEC da Juventude, abrem caminho à definição de políticas públicas perenes num setor que decidirá efetivamente qual o novo Brasil que teremos.
Assegurando direitos à juventude e superando a omissão do texto constitucional, o Congresso abriu larga avenida à consolidação de direitos que só se insinuaram nesses oito anos de mudanças e continuidades. Direitos que se refletirão sobre o conjunto da população brasileira.
Assim, o parlamento respondeu ativamente à pressão feita pelo Conselho Nacional de Juventude, que reúne um retrato fiel e qualificado da juventude nacional. Esse coletivo mobilizou a Câmara e o Senado, mas a sua representação fez muito mais, numa trilha que uniu governo e oposição e acabou por afirmar políticas públicas como o PROUNI, o PROJOVEM, os Pontos de Cultura e o Segundo Tempo, além da expansão da educação superior e profissional. Ressaltou sucessão geracional no movimento sindical e no campo, construiu políticas de assistência estudantil enfatizou a importância das mulheres, dos negros e indígenas, dos trabalhadores e estudantes, das pessoas com deficiência, da cultura, da juventude que luta nas periferias.
É essa a moçada que propõe um Pacto da Juventude ao debate das eleições de 2010 e que compõe um bonito mosaico de movimentos sociais - como a UNE, a UBES, a CTB, a UGT e a CUT -, as juventude políticas, as ONGs, todos os tipos de movimentos.
Foi esse lastro social contemporâneo que extravasou nos blogs, nos portais e na massiva campanha que ganhou o Twitter. Foi essa voz que se fez ouvir na Tribuna de Honra e nas galerias do Senado, é essa a razão da vitória que só anima a mocidade brasileira na luta por mais direitos, pela construção de um novo projeto nacional de desenvolvimento em que possamos ver, como diz a canção que não dá pra esquecer "os meninos e o povo no poder eu quero ver".
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Danilo Moreira - Presidente do Conselho Nacional de Juventude
Augusto Chagas - Presidente da União Nacional dos Estudantes
Paulo Vinícius - Secretário Nacional de Juventude Trabalhadora da CTB
8 de julho de 2010
PEC, cibermiltância e o dia 7 de julho. Leia o artigo "A juventude, enfim, é parte da Constituição Brasileira!"
O texto abaixo chegou ao e-mail do EstudanteNet às 23h29 desta quarta-feira. O dia ainda era o 7 de julho, data que já entra para a história brasileira por marcar uma das principais conquistas para os jovens de todo o país
As linhas que desenham esse artigo, concebido no calor da comemoração pela aprovação da PEC da Juventude, foram rabiscadas por três importantes personagens desta vitória. Figuras que na verdade representam as várias mãos dos mais de 50 milhões de jovens que estão agora inseridos no capítulo dos Direitos e Garantias Fundamentais da Constituição Federal. Uma parcela imensa da população que definirá a cara do desenvolvimento nacional nas próximas décadas. Via twitter, corpo a corpo ou no grito, uma geração que sonha alto com um Brasil maior.
“Foi esse lastro social contemporâneo que extravasou nos blogs, nos portais e na massiva campanha que ganhou o Twitter. Foi essa voz que se fez ouvir na Tribuna de Honra e nas galerias do Senado, é essa a razão da vitória que só anima a mocidade brasileira na luta por mais direitos, pela construção de um novo projeto nacional de desenvolvimento em que possamos ver, como diz a canção que não dá pra esquecer 'os meninos e o povo no poder eu quero ver'”, fala o texto a seguir.
Leia abaixo a íntegra do artigo assinado pelo presidente do Conjuve, Danilo Moreira; o presidente da UNE, Augusto Chagas; e o Secretário Nacional da Juventude Trabalhadora da CTB, Paulo Vinícius.
A juventude, enfim, é parte da Constituição Brasileira!
O dia 07 de julho marca uma nova página na história brasileira. Se há 22 anos os jovens deste país conquistaram o voto aos 16 anos, nessa data a juventude brasileira se inseriu como sujeito de direitos na Constituição da República Federativa do Brasil.
A aprovação da PEC 42/2008 no Senado Federal em duas votações unânimes ilustra a envergadura que ganhou a representação política da juventude brasileira no governo Lula, assim como o reconhecimento de todas as forças políticas da importância e da necessidade de considerar a juventude como sujeito de políticas públicas de Estado.
Doravante, não estará sujeita a política pública de juventude aos ditames deste ou daquele(a) gestor(a). Com a aprovação da PEC, abrem-se largas avenidas para a consecução de um Plano Decenal e de um Estatuto da Juventude. Entra na ordem do dia a realização da II Conferência Nacional da Juventude no primeiro semestre de 2011, assim como a consolidação dos órgãos gestores que tratem das questões relacionadas à juventude.
E não é a toa. Estudos demográficos apontam para um dado relevante. Essa geração comporá uma parcela imensa da população economicamente ativa que será a maior e definirá a face do desenvolvimento nacional nas próximas décadas. Quando a Câmara e o Senado aprovam a PEC da Juventude, abrem caminho à definição de políticas públicas perenes num setor que decidirá efetivamente qual o novo Brasil que teremos.
Assegurando direitos à juventude e superando a omissão do texto constitucional, o Congresso abriu larga avenida à consolidação de direitos que só se insinuaram nesses oito anos de mudanças e continuidades. Direitos que se refletirão sobre o conjunto da população brasileira.
Assim, o parlamento respondeu ativamente à pressão feita pelo Conselho Nacional de Juventude, que reúne um retrato fiel e qualificado da juventude nacional. Esse coletivo mobilizou a Câmara e o Senado, mas a sua representação fez muito mais, numa trilha que uniu governo e oposição e acabou por afirmar políticas públicas como o PROUNI, o PROJOVEM, os Pontos de Cultura e o Segundo Tempo, além da expansão da educação superior e profissional. Ressaltou sucessão geracional no movimento sindical e no campo, construiu políticas de assistência estudantil enfatizou a importância das mulheres, dos negros e indígenas, dos trabalhadores e estudantes, das pessoas com deficiência, da cultura, da juventude que luta nas periferias.
É essa a moçada que propõe um Pacto da Juventude ao debate das eleições de 2010 e que compõe um bonito mosaico de movimentos sociais - como a UNE, a UBES, a CTB, a UGT e a CUT -, as juventude políticas, as ONGs, todos os tipos de movimentos.
Foi esse lastro social contemporâneo que extravasou nos blogs, nos portais e na massiva campanha que ganhou o Twitter. Foi essa voz que se fez ouvir na Tribuna de Honra e nas galerias do Senado, é essa a razão da vitória que só anima a mocidade brasileira na luta por mais direitos, pela construção de um novo projeto nacional de desenvolvimento em que possamos ver, como diz a canção que não dá pra esquecer "os meninos e o povo no poder eu quero ver".
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Danilo Moreira - Presidente do Conselho Nacional de Juventude
Augusto Chagas - Presidente da União Nacional dos Estudantes
Paulo Vinícius - Secretário Nacional de Juventude Trabalhadora da CTB
terça-feira, 29 de junho de 2010
NEGATIVO 33 anima QUINTA CULTURAL
DCE realiza QUINTA CULTURAL dia 01 de junho
DCE-UFGD realiza dia 01 de junho de 2010, mais uma edição do QUINTA CULTURAL, com as bandas NEGATIVO 33, 1º ENSAIO e XANDÃO as 20h00
O DCE conta com o apoio das ARTES CENICAS/UFGD, PROEX/COC e Coordenadoria Especial de Assuntos Estudantis/COAE.
Aguardamos a presença de todos e todas.
O DCE conta com o apoio das ARTES CENICAS/UFGD, PROEX/COC e Coordenadoria Especial de Assuntos Estudantis/COAE.
Aguardamos a presença de todos e todas.
segunda-feira, 21 de junho de 2010
UNILA abre processo seletivo para estudantes brasileiros

http://www.une.org.br/
21 de junho de 2010
UNILA abre processo seletivo para estudantes brasileiros
As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas até 16 de julho. A Universidade Federal da Integração Latino-americana é em Foz do Iguaçu (PR) e vai oferecer vagas também para estudantes da Argentina, Paraguai e Uruguai
A UNILA, abre edital de seleção para o ingresso de 150 alunos brasileiros. Os estudantes podem concorrer a vagas para graduação em Ciências Biológicas: Ecologia e Biodiversidade (manhã); Relações Internacionais e Integração (tarde); Economia, Integração e Desenvolvimento (noite); Sociedade, Estado e Política na América Latina (tarde); Engenharia Ambiental de Energias Renováveis (manhã); e Engenharia Civil de Infraestrutura (manhã). Em cada curso são oferecidas 25 vagas para estudantes brasileiros, as demais serão preenchidas por alunos da Argentina, Paraguai e Uruguai.
O candidato poderá indicar no formulário de inscrição dois cursos de graduação de interesse sendo opção 1 e opção 2. De acordo com o edital, o candidato somente concorrerá à opção 2 caso as vagas para este curso não tenham sido preenchidas por candidatos da opção 1. A seleção dos alunos brasileiros terá como base as notas do último Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), de 2009.
A UNILA está localizada em Foz do Iguaçu, Brasil, com sede provisória no Parque Tecnológico Itaipu (PTI). A Universidade tem a missão de contribuir, nos planos acadêmico e cultural, com a integração da América Latina. Com proposta acadêmica inovadora inter e transdisciplinar, a UNILA é uma universidade bilíngüe (português e espanhol).
Especificidades do Edital
O reitor da UNILA, Hélgio Trindade, observa que no processo seletivo haverá uma ponderação em favor dos candidatos egressos de escolas públicas brasileiras. O aluno que frequentou três anos na rede pública terá a nota do Enem multiplicada por 1.3; com dois anos de escola pública, a nota será multiplicada por 1.2; e um ano, 1.1.
Segundo Trindade, a ponderação tem base estatística: 89% dos alunos brasileiros de ensino médio estão matriculados na rede pública, enquanto apenas 11% nas escolas privadas. Nos processos seletivos tradicionais, no entanto, as escolas privadas preponderam sobre as públicas, estabelecendo uma distorção. "Por isso nós queremos com essa ponderação valorizar os alunos que vêm das escolas que são majoritárias", explica.
Trindade acrescenta que a expectativa é que já no próximo processo seletivo, em março de 2011, o número de alunos selecionados possa chegar a dois mil. Também será ampliado, progressivamente, o número de países participantes nos processos de seleção da UNILA até alcançar toda a América Latina.
As inscrições deverão ser realizadas exclusivamente pela internet, no site da Unila (www.unila.edu.br), até o dia 16 de julho.
Assessoria de Imprensa UNILA
http://www.unila.ufpr.br/
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Governo inicia consulta para projeto sobre direito autoral
http://www.cultura.gov.br/consultadireitoautoral/
17/06/2010
Alguns itens da proposta do governo já tramitam na Câmara, como a proibição de pagamento de ‘jabás’ para emissoras de rádio.
O governo vai enviar à Câmara projeto com alterações na Lei de Direito Autoral (9.610/98). Para isso, colocou em consulta pública na internet um anteprojeto sobre o tema. A população tem até 28 de julho para oferecer sugestões ao texto no site do Ministério da Cultura (www.cultura.gov.br).
“Uma das medidas que constam no anteprojeto do governo e que já era preocupação dos deputados é a proibição do chamado ‘jabá’ – o pagamento a rádios e TVs para privilegiarem certas músicas na programação. Em 2003, o hoje líder do PT, deputado Fernando Ferro (PE), apresentou projeto no mesmo sentido (PL 1048/03), prevendo pena de prisão de até dois anos para quem recorre a essa prática. O texto já foi aprovado em todas as comissões e aguarda a inclusão na pauta do Plenário.
Outra intenção do governo que também já era preocupação dos parlamentares é a de supervisionar o Ecad – entidade que arrecada valores a título de direito autoral e distribui os recursos a compositores musicais. A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, por exemplo, analisa projeto (PL 818/07) que fixa a divulgação dos critérios de cobrança e arrecadação no site do Ecad.
Para o especialista em direito autoral Cláudio Goulart, é importante tornar mais transparente a atividade dessa instância, que apesar de ter caráter privado, foi criada por lei. “É preciso que um órgão público controle essa arrecadação e essa distribuição. Como comprovar que o Ecad está distribuindo corretamente os direitos autorais e esses direitos autorais estão chegando às mãos dos autores? O Ecad está muito solto”, disse.
Leia aqui a matéria na íntegra.
http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/EDUCACAO-E-CULTURA/148961-GOVERNO-INICIA-CONSULTA-PARA-PROJETO-SOBRE-DIREITO-AUTORAL.html
17/06/2010
Alguns itens da proposta do governo já tramitam na Câmara, como a proibição de pagamento de ‘jabás’ para emissoras de rádio.
O governo vai enviar à Câmara projeto com alterações na Lei de Direito Autoral (9.610/98). Para isso, colocou em consulta pública na internet um anteprojeto sobre o tema. A população tem até 28 de julho para oferecer sugestões ao texto no site do Ministério da Cultura (www.cultura.gov.br).
“Uma das medidas que constam no anteprojeto do governo e que já era preocupação dos deputados é a proibição do chamado ‘jabá’ – o pagamento a rádios e TVs para privilegiarem certas músicas na programação. Em 2003, o hoje líder do PT, deputado Fernando Ferro (PE), apresentou projeto no mesmo sentido (PL 1048/03), prevendo pena de prisão de até dois anos para quem recorre a essa prática. O texto já foi aprovado em todas as comissões e aguarda a inclusão na pauta do Plenário.
Outra intenção do governo que também já era preocupação dos parlamentares é a de supervisionar o Ecad – entidade que arrecada valores a título de direito autoral e distribui os recursos a compositores musicais. A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, por exemplo, analisa projeto (PL 818/07) que fixa a divulgação dos critérios de cobrança e arrecadação no site do Ecad.
Para o especialista em direito autoral Cláudio Goulart, é importante tornar mais transparente a atividade dessa instância, que apesar de ter caráter privado, foi criada por lei. “É preciso que um órgão público controle essa arrecadação e essa distribuição. Como comprovar que o Ecad está distribuindo corretamente os direitos autorais e esses direitos autorais estão chegando às mãos dos autores? O Ecad está muito solto”, disse.
Leia aqui a matéria na íntegra.
http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/EDUCACAO-E-CULTURA/148961-GOVERNO-INICIA-CONSULTA-PARA-PROJETO-SOBRE-DIREITO-AUTORAL.html
terça-feira, 8 de junho de 2010
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Movimento Estudantil participa da 14ª Parada do Orgulho GLBT em SP

4 de junho de 2010
Movimento Estudantil participa da 14ª Parada do Orgulho GLBT em SP
Mais uma vez o movimento estudantil participa da Parada do Orgulho GLBT, que em sua 14ª edição traz como tema "Vote Contra a Homofobia: Defenda a Cidadania!"
Organizada pela Associação da Parada do Orgulho GLBT de SP, a Parada do Orgulho Gay na capital paulista promete se firmar como o maior evento do gênero no mundo nesta 14ª edição, atraindo mais de 3 milhões de pessoas.
Serão 17 trios elétricos animando a Parada, que pelo quinto ano aborda o tema da homofobia e uma mensagem de que, na hora do voto, temos que escolher representantes que defendam a causa LGBT, que acreditem que direitos devem ser garantidos e a homofobia combatida em todos os âmbitos da sociedade brasileira.
As entidades estudantis UNE, UBES e ANPG levam um bloco de estudantes ao desfile. A concentração será a partir das 9h00 na sede, na avenida Vergueiro, 2485. A marcha sai da avenida Paulista, passa pela rua da Consolação e se encerra na praça Roosevelt.
14ª Parada LGBT: Vote contra a homofobia: defenda a cidadania!
Domingo, 6 de junho de 2010
Horário: A partir do meio dia
Avenida Paulista, São Paulo, SP
Bloco do Movimento Estudantil
Concentração: 10h
Av. Vergueiro, 2485
O diretor GLBT da UNE, Denilson Júnior, afirma que o título da parada já antecipa o tom deste ano, que prega mais politização do movimento GLBT. “Os estudantes terão presença destacada”, afirma e convida a todos. Leia artigo abaixo
Por um amanhecer mais colorido - por Denilsn Júnior
O Movimento lgbt vive hoje um período histórico. Depois de sua 1° Marcha contra a Homofobia e pela Cidadania LGBT - realizada em Brasília, em 19 de maio -, houve um salto político, e agora com a Parada do Orgulho lgbt no domingo, 6 de junho, sob o tema “Vote Contra a Homofobia, Defenda a Cidadania”, estamos mostrando que o movimento está cada fez mais organizado. Mas ainda há muita luta.
Segundo dados da Secretaria Especial de Diversidade Sexual, no ano passado pelo menos 200 homossexuais foram assassinados em nosso país. Tais dados revelam a realidade de opressão, discriminação e violência a que são submetidos milhares de jovens brasileiros todos os dias nas escolas e universidades, e são apontados como o principal motivo da desistência escolar precoce.
Pesquisa da Unesco, realizada em 2004, mostrou que as escolas não sabem lidar com alunos gays. Há um muro de preconceito. Outro estudo encomendado pela Associação da Parada do Orgulho lgbt de São Paulo traz que 29% dos entrevistados declararam ter sofrido preconceito na universidade. Recentemente um jornal da USP pregou agressão contra homossexuais. Escolas, centros universitários, grêmios e outros locais de sociabilidade estudantil deveriam ser inclusivos e locais igualitários, mas não é o que se vê.
Esses são exemplos explícitos da realidade vivida por pelo menos 10% da população brasileira, ontem e hoje. Gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais têm sido alvo constantes de violência, física e psicológica. Pouco podemos fazer contra isso, a violência é institucional. Não existem leis federais que criminalizam a homofobia, permitindo que atos como os acima mencionados continuem ocorrendo, norteados por uma cultura intolerante de uns, e pelos fundamentalismos de outros. O fato é que, por mais que falemos de declaração universal de direitos humanos, princípios de Yogyagarta, tratados e protocolos internacionais, a violência tem sido política estrutural e consciente do sistema que governa nosso planeta.
Os mesmos princípios que criam trabalhadores escravos, mulheres vítimas de violência doméstica, racismo explicito, trabalho infantil e fome no mundo também são responsáveis por algo além do analfabeto político. É preciso entender, de uma vez por todas que a discriminação e a violência não são erros ou atos impensados. São eixos de um projeto social, que consegue conceber direitos, mas para poucos. Os poucos que vivem no centro, que não são atingidos pela miséria, pelas crises e pela violência.
Mônica, travesti brutalmente assassinada em Salvador, não vivia no "centro". Assim como milhares de mulheres, operários, negros, estudantes e deficientes físicos. Pixote não estava no centro quando morreu. As 111 vítimas da direita no massacre do Carandiru também não. Eldorado de Carajás sempre esteve longe do centro. O centro está em Copacabana, Jardins, Morumbi, Cambui. E ali habitam os sócios do pequeno clube, homens, brancos, heterossexuais, cristãos, ricos e esteticamente perfeitos, pelo padrão da metrópole.
Nossas relações são marcadas pela opressão, de classe social, gênero, raça e orientação sexual. Enquanto não entendermos isso não haverá avanço, apenas retrocesso. O governo brasileiro deu um primeiro passo nesse sentido, criando o Programa Brasil Sem Homofobia, que tem servido de modelo para diversos outros programas estaduais e municipais.
Infelizmente, para acabar com a homofobia será necessário mais que a criação de Centros de Referência. É preciso coragem para ver que a estrada não termina aí e vai muito além do se que vê; que o problema não está na madeira da porta, mas no alicerce da casa.
Ou desconstruímos esse modelo de sociedade, tencionando cada vez mais a luta de classes, ou seremos apenas um hiato, que não poderá fazer nada além do que uma carta de boas intenções.
É preciso, urgente, definir quem cabe no nosso "todos", como diz nosso colega Beto de Jesus. A travesti pobre, a lésbica negra, o gay afeminado, o menino da Febem e a garota de programa precisam fazer parte do nosso todo.
Assim, a UNE UBES, ANPG, UEE-SP e UPES marcam presença na Parada do Orgulho lgbt de São Paulo neste 6 de junho de 2010, e reafirmam suas principais bandeiras de luta na marcha:
Garantia do Estado laico
Em defesa da educação laica
No âmbito do Poder Executivo: cumprimento do plano nacional lgbt, especialmente nas ações de educação, saúde, segurança e diretos humanos, além de orçamentos e metas definidas para as ações
Do Poder Legislativo: aprovação imediata do PLC (Projeto de Lei da Câmara) n° 122 de 2006, que criminaliza a homofobia.
Do Poder Judiciário: decisão favorável à Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 178, pela união estável homoafetiva.
Denilson Junior, diretor LGBT da UNE
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