MEC confirma vinda do presidente Lula a Dourados
Lula fará a entrega e vai lançar novas obras na UFGD
A Assessoria de Comunicação do Ministério da Educação (MEC) confirmou nesta quinta-feira (12) a vinda do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, a Dourados, no próximo dia 24 de agosto, às 10h, na Unidade 2 da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD).
O Presidente vem para fazer a entrega da estrutura física de quatro importantes obras do campus (Auditório, Restaurante Universitário, Quadra Poliesportiva e Centro de Educação Infantil) e lançar outras que somam investimentos que ultrapassam os R$ 40 milhões na UFGD, implantada em seu governo dentro do programa expansão e criação de novas Instituições Federais de Ensino Superior (IFES), que permitiu a criação de 14 novas universidades, dentre elas a UFGD em 2005, e de 46 novos campi instalados no interior do país.
Os detalhes da vinda do Presidente da República estão sendo acertados entre a Assessoria de Comunicação do MEC e a reitoria da UFGD. Além das autoridades municipais e estaduais, dos poderes executivo, legislativo, judiciário e da segurança pública, estão convidados para a solenidade toda comunidade acadêmica da UFGD, de Dourados e região e de Mato Grosso do Sul, representantes de entidades de classe, religiosas, organizações não governamentais, da rede de ensino, dos sindicatos patronais, de empregados, movimentos sociais, instituições de ensino superior, profissionais da imprensa e empresas de comunicação, associações de bairro e a população em geral.
www.ufgd.edu.br
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
sexta-feira, 9 de julho de 2010
PEC, cibermiltância e o dia 7 de julho. Leia o artigo "A juventude, enfim, é parte da Constituição Brasileira!"
http://www.une.org.br/
8 de julho de 2010
PEC, cibermiltância e o dia 7 de julho. Leia o artigo "A juventude, enfim, é parte da Constituição Brasileira!"
O texto abaixo chegou ao e-mail do EstudanteNet às 23h29 desta quarta-feira. O dia ainda era o 7 de julho, data que já entra para a história brasileira por marcar uma das principais conquistas para os jovens de todo o país
As linhas que desenham esse artigo, concebido no calor da comemoração pela aprovação da PEC da Juventude, foram rabiscadas por três importantes personagens desta vitória. Figuras que na verdade representam as várias mãos dos mais de 50 milhões de jovens que estão agora inseridos no capítulo dos Direitos e Garantias Fundamentais da Constituição Federal. Uma parcela imensa da população que definirá a cara do desenvolvimento nacional nas próximas décadas. Via twitter, corpo a corpo ou no grito, uma geração que sonha alto com um Brasil maior.
“Foi esse lastro social contemporâneo que extravasou nos blogs, nos portais e na massiva campanha que ganhou o Twitter. Foi essa voz que se fez ouvir na Tribuna de Honra e nas galerias do Senado, é essa a razão da vitória que só anima a mocidade brasileira na luta por mais direitos, pela construção de um novo projeto nacional de desenvolvimento em que possamos ver, como diz a canção que não dá pra esquecer 'os meninos e o povo no poder eu quero ver'”, fala o texto a seguir.
Leia abaixo a íntegra do artigo assinado pelo presidente do Conjuve, Danilo Moreira; o presidente da UNE, Augusto Chagas; e o Secretário Nacional da Juventude Trabalhadora da CTB, Paulo Vinícius.
A juventude, enfim, é parte da Constituição Brasileira!
O dia 07 de julho marca uma nova página na história brasileira. Se há 22 anos os jovens deste país conquistaram o voto aos 16 anos, nessa data a juventude brasileira se inseriu como sujeito de direitos na Constituição da República Federativa do Brasil.
A aprovação da PEC 42/2008 no Senado Federal em duas votações unânimes ilustra a envergadura que ganhou a representação política da juventude brasileira no governo Lula, assim como o reconhecimento de todas as forças políticas da importância e da necessidade de considerar a juventude como sujeito de políticas públicas de Estado.
Doravante, não estará sujeita a política pública de juventude aos ditames deste ou daquele(a) gestor(a). Com a aprovação da PEC, abrem-se largas avenidas para a consecução de um Plano Decenal e de um Estatuto da Juventude. Entra na ordem do dia a realização da II Conferência Nacional da Juventude no primeiro semestre de 2011, assim como a consolidação dos órgãos gestores que tratem das questões relacionadas à juventude.
E não é a toa. Estudos demográficos apontam para um dado relevante. Essa geração comporá uma parcela imensa da população economicamente ativa que será a maior e definirá a face do desenvolvimento nacional nas próximas décadas. Quando a Câmara e o Senado aprovam a PEC da Juventude, abrem caminho à definição de políticas públicas perenes num setor que decidirá efetivamente qual o novo Brasil que teremos.
Assegurando direitos à juventude e superando a omissão do texto constitucional, o Congresso abriu larga avenida à consolidação de direitos que só se insinuaram nesses oito anos de mudanças e continuidades. Direitos que se refletirão sobre o conjunto da população brasileira.
Assim, o parlamento respondeu ativamente à pressão feita pelo Conselho Nacional de Juventude, que reúne um retrato fiel e qualificado da juventude nacional. Esse coletivo mobilizou a Câmara e o Senado, mas a sua representação fez muito mais, numa trilha que uniu governo e oposição e acabou por afirmar políticas públicas como o PROUNI, o PROJOVEM, os Pontos de Cultura e o Segundo Tempo, além da expansão da educação superior e profissional. Ressaltou sucessão geracional no movimento sindical e no campo, construiu políticas de assistência estudantil enfatizou a importância das mulheres, dos negros e indígenas, dos trabalhadores e estudantes, das pessoas com deficiência, da cultura, da juventude que luta nas periferias.
É essa a moçada que propõe um Pacto da Juventude ao debate das eleições de 2010 e que compõe um bonito mosaico de movimentos sociais - como a UNE, a UBES, a CTB, a UGT e a CUT -, as juventude políticas, as ONGs, todos os tipos de movimentos.
Foi esse lastro social contemporâneo que extravasou nos blogs, nos portais e na massiva campanha que ganhou o Twitter. Foi essa voz que se fez ouvir na Tribuna de Honra e nas galerias do Senado, é essa a razão da vitória que só anima a mocidade brasileira na luta por mais direitos, pela construção de um novo projeto nacional de desenvolvimento em que possamos ver, como diz a canção que não dá pra esquecer "os meninos e o povo no poder eu quero ver".
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Danilo Moreira - Presidente do Conselho Nacional de Juventude
Augusto Chagas - Presidente da União Nacional dos Estudantes
Paulo Vinícius - Secretário Nacional de Juventude Trabalhadora da CTB
8 de julho de 2010
PEC, cibermiltância e o dia 7 de julho. Leia o artigo "A juventude, enfim, é parte da Constituição Brasileira!"
O texto abaixo chegou ao e-mail do EstudanteNet às 23h29 desta quarta-feira. O dia ainda era o 7 de julho, data que já entra para a história brasileira por marcar uma das principais conquistas para os jovens de todo o país
As linhas que desenham esse artigo, concebido no calor da comemoração pela aprovação da PEC da Juventude, foram rabiscadas por três importantes personagens desta vitória. Figuras que na verdade representam as várias mãos dos mais de 50 milhões de jovens que estão agora inseridos no capítulo dos Direitos e Garantias Fundamentais da Constituição Federal. Uma parcela imensa da população que definirá a cara do desenvolvimento nacional nas próximas décadas. Via twitter, corpo a corpo ou no grito, uma geração que sonha alto com um Brasil maior.
“Foi esse lastro social contemporâneo que extravasou nos blogs, nos portais e na massiva campanha que ganhou o Twitter. Foi essa voz que se fez ouvir na Tribuna de Honra e nas galerias do Senado, é essa a razão da vitória que só anima a mocidade brasileira na luta por mais direitos, pela construção de um novo projeto nacional de desenvolvimento em que possamos ver, como diz a canção que não dá pra esquecer 'os meninos e o povo no poder eu quero ver'”, fala o texto a seguir.
Leia abaixo a íntegra do artigo assinado pelo presidente do Conjuve, Danilo Moreira; o presidente da UNE, Augusto Chagas; e o Secretário Nacional da Juventude Trabalhadora da CTB, Paulo Vinícius.
A juventude, enfim, é parte da Constituição Brasileira!
O dia 07 de julho marca uma nova página na história brasileira. Se há 22 anos os jovens deste país conquistaram o voto aos 16 anos, nessa data a juventude brasileira se inseriu como sujeito de direitos na Constituição da República Federativa do Brasil.
A aprovação da PEC 42/2008 no Senado Federal em duas votações unânimes ilustra a envergadura que ganhou a representação política da juventude brasileira no governo Lula, assim como o reconhecimento de todas as forças políticas da importância e da necessidade de considerar a juventude como sujeito de políticas públicas de Estado.
Doravante, não estará sujeita a política pública de juventude aos ditames deste ou daquele(a) gestor(a). Com a aprovação da PEC, abrem-se largas avenidas para a consecução de um Plano Decenal e de um Estatuto da Juventude. Entra na ordem do dia a realização da II Conferência Nacional da Juventude no primeiro semestre de 2011, assim como a consolidação dos órgãos gestores que tratem das questões relacionadas à juventude.
E não é a toa. Estudos demográficos apontam para um dado relevante. Essa geração comporá uma parcela imensa da população economicamente ativa que será a maior e definirá a face do desenvolvimento nacional nas próximas décadas. Quando a Câmara e o Senado aprovam a PEC da Juventude, abrem caminho à definição de políticas públicas perenes num setor que decidirá efetivamente qual o novo Brasil que teremos.
Assegurando direitos à juventude e superando a omissão do texto constitucional, o Congresso abriu larga avenida à consolidação de direitos que só se insinuaram nesses oito anos de mudanças e continuidades. Direitos que se refletirão sobre o conjunto da população brasileira.
Assim, o parlamento respondeu ativamente à pressão feita pelo Conselho Nacional de Juventude, que reúne um retrato fiel e qualificado da juventude nacional. Esse coletivo mobilizou a Câmara e o Senado, mas a sua representação fez muito mais, numa trilha que uniu governo e oposição e acabou por afirmar políticas públicas como o PROUNI, o PROJOVEM, os Pontos de Cultura e o Segundo Tempo, além da expansão da educação superior e profissional. Ressaltou sucessão geracional no movimento sindical e no campo, construiu políticas de assistência estudantil enfatizou a importância das mulheres, dos negros e indígenas, dos trabalhadores e estudantes, das pessoas com deficiência, da cultura, da juventude que luta nas periferias.
É essa a moçada que propõe um Pacto da Juventude ao debate das eleições de 2010 e que compõe um bonito mosaico de movimentos sociais - como a UNE, a UBES, a CTB, a UGT e a CUT -, as juventude políticas, as ONGs, todos os tipos de movimentos.
Foi esse lastro social contemporâneo que extravasou nos blogs, nos portais e na massiva campanha que ganhou o Twitter. Foi essa voz que se fez ouvir na Tribuna de Honra e nas galerias do Senado, é essa a razão da vitória que só anima a mocidade brasileira na luta por mais direitos, pela construção de um novo projeto nacional de desenvolvimento em que possamos ver, como diz a canção que não dá pra esquecer "os meninos e o povo no poder eu quero ver".
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Danilo Moreira - Presidente do Conselho Nacional de Juventude
Augusto Chagas - Presidente da União Nacional dos Estudantes
Paulo Vinícius - Secretário Nacional de Juventude Trabalhadora da CTB
terça-feira, 29 de junho de 2010
NEGATIVO 33 anima QUINTA CULTURAL
DCE realiza QUINTA CULTURAL dia 01 de junho
DCE-UFGD realiza dia 01 de junho de 2010, mais uma edição do QUINTA CULTURAL, com as bandas NEGATIVO 33, 1º ENSAIO e XANDÃO as 20h00
O DCE conta com o apoio das ARTES CENICAS/UFGD, PROEX/COC e Coordenadoria Especial de Assuntos Estudantis/COAE.
Aguardamos a presença de todos e todas.
O DCE conta com o apoio das ARTES CENICAS/UFGD, PROEX/COC e Coordenadoria Especial de Assuntos Estudantis/COAE.
Aguardamos a presença de todos e todas.
segunda-feira, 21 de junho de 2010
UNILA abre processo seletivo para estudantes brasileiros

http://www.une.org.br/
21 de junho de 2010
UNILA abre processo seletivo para estudantes brasileiros
As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas até 16 de julho. A Universidade Federal da Integração Latino-americana é em Foz do Iguaçu (PR) e vai oferecer vagas também para estudantes da Argentina, Paraguai e Uruguai
A UNILA, abre edital de seleção para o ingresso de 150 alunos brasileiros. Os estudantes podem concorrer a vagas para graduação em Ciências Biológicas: Ecologia e Biodiversidade (manhã); Relações Internacionais e Integração (tarde); Economia, Integração e Desenvolvimento (noite); Sociedade, Estado e Política na América Latina (tarde); Engenharia Ambiental de Energias Renováveis (manhã); e Engenharia Civil de Infraestrutura (manhã). Em cada curso são oferecidas 25 vagas para estudantes brasileiros, as demais serão preenchidas por alunos da Argentina, Paraguai e Uruguai.
O candidato poderá indicar no formulário de inscrição dois cursos de graduação de interesse sendo opção 1 e opção 2. De acordo com o edital, o candidato somente concorrerá à opção 2 caso as vagas para este curso não tenham sido preenchidas por candidatos da opção 1. A seleção dos alunos brasileiros terá como base as notas do último Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), de 2009.
A UNILA está localizada em Foz do Iguaçu, Brasil, com sede provisória no Parque Tecnológico Itaipu (PTI). A Universidade tem a missão de contribuir, nos planos acadêmico e cultural, com a integração da América Latina. Com proposta acadêmica inovadora inter e transdisciplinar, a UNILA é uma universidade bilíngüe (português e espanhol).
Especificidades do Edital
O reitor da UNILA, Hélgio Trindade, observa que no processo seletivo haverá uma ponderação em favor dos candidatos egressos de escolas públicas brasileiras. O aluno que frequentou três anos na rede pública terá a nota do Enem multiplicada por 1.3; com dois anos de escola pública, a nota será multiplicada por 1.2; e um ano, 1.1.
Segundo Trindade, a ponderação tem base estatística: 89% dos alunos brasileiros de ensino médio estão matriculados na rede pública, enquanto apenas 11% nas escolas privadas. Nos processos seletivos tradicionais, no entanto, as escolas privadas preponderam sobre as públicas, estabelecendo uma distorção. "Por isso nós queremos com essa ponderação valorizar os alunos que vêm das escolas que são majoritárias", explica.
Trindade acrescenta que a expectativa é que já no próximo processo seletivo, em março de 2011, o número de alunos selecionados possa chegar a dois mil. Também será ampliado, progressivamente, o número de países participantes nos processos de seleção da UNILA até alcançar toda a América Latina.
As inscrições deverão ser realizadas exclusivamente pela internet, no site da Unila (www.unila.edu.br), até o dia 16 de julho.
Assessoria de Imprensa UNILA
http://www.unila.ufpr.br/
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Governo inicia consulta para projeto sobre direito autoral
http://www.cultura.gov.br/consultadireitoautoral/
17/06/2010
Alguns itens da proposta do governo já tramitam na Câmara, como a proibição de pagamento de ‘jabás’ para emissoras de rádio.
O governo vai enviar à Câmara projeto com alterações na Lei de Direito Autoral (9.610/98). Para isso, colocou em consulta pública na internet um anteprojeto sobre o tema. A população tem até 28 de julho para oferecer sugestões ao texto no site do Ministério da Cultura (www.cultura.gov.br).
“Uma das medidas que constam no anteprojeto do governo e que já era preocupação dos deputados é a proibição do chamado ‘jabá’ – o pagamento a rádios e TVs para privilegiarem certas músicas na programação. Em 2003, o hoje líder do PT, deputado Fernando Ferro (PE), apresentou projeto no mesmo sentido (PL 1048/03), prevendo pena de prisão de até dois anos para quem recorre a essa prática. O texto já foi aprovado em todas as comissões e aguarda a inclusão na pauta do Plenário.
Outra intenção do governo que também já era preocupação dos parlamentares é a de supervisionar o Ecad – entidade que arrecada valores a título de direito autoral e distribui os recursos a compositores musicais. A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, por exemplo, analisa projeto (PL 818/07) que fixa a divulgação dos critérios de cobrança e arrecadação no site do Ecad.
Para o especialista em direito autoral Cláudio Goulart, é importante tornar mais transparente a atividade dessa instância, que apesar de ter caráter privado, foi criada por lei. “É preciso que um órgão público controle essa arrecadação e essa distribuição. Como comprovar que o Ecad está distribuindo corretamente os direitos autorais e esses direitos autorais estão chegando às mãos dos autores? O Ecad está muito solto”, disse.
Leia aqui a matéria na íntegra.
http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/EDUCACAO-E-CULTURA/148961-GOVERNO-INICIA-CONSULTA-PARA-PROJETO-SOBRE-DIREITO-AUTORAL.html
17/06/2010
Alguns itens da proposta do governo já tramitam na Câmara, como a proibição de pagamento de ‘jabás’ para emissoras de rádio.
O governo vai enviar à Câmara projeto com alterações na Lei de Direito Autoral (9.610/98). Para isso, colocou em consulta pública na internet um anteprojeto sobre o tema. A população tem até 28 de julho para oferecer sugestões ao texto no site do Ministério da Cultura (www.cultura.gov.br).
“Uma das medidas que constam no anteprojeto do governo e que já era preocupação dos deputados é a proibição do chamado ‘jabá’ – o pagamento a rádios e TVs para privilegiarem certas músicas na programação. Em 2003, o hoje líder do PT, deputado Fernando Ferro (PE), apresentou projeto no mesmo sentido (PL 1048/03), prevendo pena de prisão de até dois anos para quem recorre a essa prática. O texto já foi aprovado em todas as comissões e aguarda a inclusão na pauta do Plenário.
Outra intenção do governo que também já era preocupação dos parlamentares é a de supervisionar o Ecad – entidade que arrecada valores a título de direito autoral e distribui os recursos a compositores musicais. A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, por exemplo, analisa projeto (PL 818/07) que fixa a divulgação dos critérios de cobrança e arrecadação no site do Ecad.
Para o especialista em direito autoral Cláudio Goulart, é importante tornar mais transparente a atividade dessa instância, que apesar de ter caráter privado, foi criada por lei. “É preciso que um órgão público controle essa arrecadação e essa distribuição. Como comprovar que o Ecad está distribuindo corretamente os direitos autorais e esses direitos autorais estão chegando às mãos dos autores? O Ecad está muito solto”, disse.
Leia aqui a matéria na íntegra.
http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/EDUCACAO-E-CULTURA/148961-GOVERNO-INICIA-CONSULTA-PARA-PROJETO-SOBRE-DIREITO-AUTORAL.html
terça-feira, 8 de junho de 2010
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Movimento Estudantil participa da 14ª Parada do Orgulho GLBT em SP

4 de junho de 2010
Movimento Estudantil participa da 14ª Parada do Orgulho GLBT em SP
Mais uma vez o movimento estudantil participa da Parada do Orgulho GLBT, que em sua 14ª edição traz como tema "Vote Contra a Homofobia: Defenda a Cidadania!"
Organizada pela Associação da Parada do Orgulho GLBT de SP, a Parada do Orgulho Gay na capital paulista promete se firmar como o maior evento do gênero no mundo nesta 14ª edição, atraindo mais de 3 milhões de pessoas.
Serão 17 trios elétricos animando a Parada, que pelo quinto ano aborda o tema da homofobia e uma mensagem de que, na hora do voto, temos que escolher representantes que defendam a causa LGBT, que acreditem que direitos devem ser garantidos e a homofobia combatida em todos os âmbitos da sociedade brasileira.
As entidades estudantis UNE, UBES e ANPG levam um bloco de estudantes ao desfile. A concentração será a partir das 9h00 na sede, na avenida Vergueiro, 2485. A marcha sai da avenida Paulista, passa pela rua da Consolação e se encerra na praça Roosevelt.
14ª Parada LGBT: Vote contra a homofobia: defenda a cidadania!
Domingo, 6 de junho de 2010
Horário: A partir do meio dia
Avenida Paulista, São Paulo, SP
Bloco do Movimento Estudantil
Concentração: 10h
Av. Vergueiro, 2485
O diretor GLBT da UNE, Denilson Júnior, afirma que o título da parada já antecipa o tom deste ano, que prega mais politização do movimento GLBT. “Os estudantes terão presença destacada”, afirma e convida a todos. Leia artigo abaixo
Por um amanhecer mais colorido - por Denilsn Júnior
O Movimento lgbt vive hoje um período histórico. Depois de sua 1° Marcha contra a Homofobia e pela Cidadania LGBT - realizada em Brasília, em 19 de maio -, houve um salto político, e agora com a Parada do Orgulho lgbt no domingo, 6 de junho, sob o tema “Vote Contra a Homofobia, Defenda a Cidadania”, estamos mostrando que o movimento está cada fez mais organizado. Mas ainda há muita luta.
Segundo dados da Secretaria Especial de Diversidade Sexual, no ano passado pelo menos 200 homossexuais foram assassinados em nosso país. Tais dados revelam a realidade de opressão, discriminação e violência a que são submetidos milhares de jovens brasileiros todos os dias nas escolas e universidades, e são apontados como o principal motivo da desistência escolar precoce.
Pesquisa da Unesco, realizada em 2004, mostrou que as escolas não sabem lidar com alunos gays. Há um muro de preconceito. Outro estudo encomendado pela Associação da Parada do Orgulho lgbt de São Paulo traz que 29% dos entrevistados declararam ter sofrido preconceito na universidade. Recentemente um jornal da USP pregou agressão contra homossexuais. Escolas, centros universitários, grêmios e outros locais de sociabilidade estudantil deveriam ser inclusivos e locais igualitários, mas não é o que se vê.
Esses são exemplos explícitos da realidade vivida por pelo menos 10% da população brasileira, ontem e hoje. Gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais têm sido alvo constantes de violência, física e psicológica. Pouco podemos fazer contra isso, a violência é institucional. Não existem leis federais que criminalizam a homofobia, permitindo que atos como os acima mencionados continuem ocorrendo, norteados por uma cultura intolerante de uns, e pelos fundamentalismos de outros. O fato é que, por mais que falemos de declaração universal de direitos humanos, princípios de Yogyagarta, tratados e protocolos internacionais, a violência tem sido política estrutural e consciente do sistema que governa nosso planeta.
Os mesmos princípios que criam trabalhadores escravos, mulheres vítimas de violência doméstica, racismo explicito, trabalho infantil e fome no mundo também são responsáveis por algo além do analfabeto político. É preciso entender, de uma vez por todas que a discriminação e a violência não são erros ou atos impensados. São eixos de um projeto social, que consegue conceber direitos, mas para poucos. Os poucos que vivem no centro, que não são atingidos pela miséria, pelas crises e pela violência.
Mônica, travesti brutalmente assassinada em Salvador, não vivia no "centro". Assim como milhares de mulheres, operários, negros, estudantes e deficientes físicos. Pixote não estava no centro quando morreu. As 111 vítimas da direita no massacre do Carandiru também não. Eldorado de Carajás sempre esteve longe do centro. O centro está em Copacabana, Jardins, Morumbi, Cambui. E ali habitam os sócios do pequeno clube, homens, brancos, heterossexuais, cristãos, ricos e esteticamente perfeitos, pelo padrão da metrópole.
Nossas relações são marcadas pela opressão, de classe social, gênero, raça e orientação sexual. Enquanto não entendermos isso não haverá avanço, apenas retrocesso. O governo brasileiro deu um primeiro passo nesse sentido, criando o Programa Brasil Sem Homofobia, que tem servido de modelo para diversos outros programas estaduais e municipais.
Infelizmente, para acabar com a homofobia será necessário mais que a criação de Centros de Referência. É preciso coragem para ver que a estrada não termina aí e vai muito além do se que vê; que o problema não está na madeira da porta, mas no alicerce da casa.
Ou desconstruímos esse modelo de sociedade, tencionando cada vez mais a luta de classes, ou seremos apenas um hiato, que não poderá fazer nada além do que uma carta de boas intenções.
É preciso, urgente, definir quem cabe no nosso "todos", como diz nosso colega Beto de Jesus. A travesti pobre, a lésbica negra, o gay afeminado, o menino da Febem e a garota de programa precisam fazer parte do nosso todo.
Assim, a UNE UBES, ANPG, UEE-SP e UPES marcam presença na Parada do Orgulho lgbt de São Paulo neste 6 de junho de 2010, e reafirmam suas principais bandeiras de luta na marcha:
Garantia do Estado laico
Em defesa da educação laica
No âmbito do Poder Executivo: cumprimento do plano nacional lgbt, especialmente nas ações de educação, saúde, segurança e diretos humanos, além de orçamentos e metas definidas para as ações
Do Poder Legislativo: aprovação imediata do PLC (Projeto de Lei da Câmara) n° 122 de 2006, que criminaliza a homofobia.
Do Poder Judiciário: decisão favorável à Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 178, pela união estável homoafetiva.
Denilson Junior, diretor LGBT da UNE
quarta-feira, 2 de junho de 2010
CMS: 3 mil aprovam Projeto Nacional e Popular dos Movimentos Sociais

www.une.org.br
1 de junho de 2010
CMS: 3 mil aprovam Projeto Nacional e Popular dos Movimentos Sociais
Plataforma política é aprovada na assembleia nacional organizada pela Coordenação dos Movimentos Sociais (CMS) nesta segunda-feira, 31 de maio, em São Paulo. Documento histórico foi construído com a unidade dos Movimentos Sociais e referendado por militantes de todo Brasil. UNE, UBES e ANPG contribuíram na elaboração do texto
São Paulo, terra de milhões de brasileiros vindos dos quatro cantos do país, cidade cosmopolita que reúne o que há de mais diverso do país tropical, amanheceu fria nesta segunda-feira, 31 de maio. Já dentro da quadra dos bancários, tradicional reduto paulista da luta dos movimentos sociais, mais de 3 mil pessoas se aqueciam debatendo o futuro do país. Lá dentro, todas as cores, cheiros, tradições e costumes se encontraram durante a Assembléia Nacional da Coordenação dos Movimentos Sociais (CMS), convocada para referendar a plataforma política a ser apresentada ao conjunto da sociedade.
O Projeto Nacional e Popular dos Movimentos Sociais foi aprovado e recebeu dezenas de destaques e contribuições dos participantes. Agora, a CMS pretende levar o texto aos candidatos à presidência, cobrando o compromisso daquele que assumirá o posto mais alto da república com as reivindicações dos movimentos sociais para o próximo período.
“Queremos consolidar as mudanças dos últimos anos e avançar, ampliar as conquistas e impedir qualquer retrocesso", frisou o histórico líder petroleiro Antônio Carlos Spis, da CUT, uma das principais figuras que conduziram a CMS ao patamar de importante força mobilizadora nacional.
A representante da União Brasileira de Mulheres (UBM), Lúcia Stumpf, destacou o caráter de unidade e nacionalidade da assembléia. “Estamos aqui hoje para aprovar um texto construído a milhares de mãos, que contempla a diversidade do movimento social e suas principais reivindicações. Realizamos 17 assembléias estaduais antes de apresentarmos este documento à sociedade. Saímos daqui fortalecidos e prontos para avançar no processo democrático”, destacou.
Unidade na diversidade
A mesa de abertura contou com a presença de 12 entidades que compõem a CMS, representadas pelos presidentes da UNE e da UBES, Augusto Chagas e Yann Evanovick; por João Paulo, da coordenação do Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras Sem Terra (MST); Artur Henrique, presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT); Edson França, coordenador nacional da UNEGRO; Ubiraci Dantas (Bira), da CGTB; Bartíria Perpétua Lima da Costa, presidente da CONAM (Confederação Nacional de Associações de Moradores); Márcia Machado, vice-presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) e Sonia Coelho, da Marcha Mundial de Mulheres.
Parlamentares também prestigiaram a assembléia, como o deputado federal Paulo Pereira da Silva (PDT), presidente da Força Sindical, e o senador Inácio Arruda (PCdoB-CE), que saudaram todos os presentes. Antes do início dos debates, integrantes do MST recitaram poemas e tocaram canções, unindo política e cultura.
O “protagonismo político dos movimentos sociais e dos trabalhadores” foi enfatizado pelo presidente da UNE, Augusto Chagas, apontando que esses atores “criaram as condições para os avanços”. Já o presidente da UBES, Yann Evanovick, destacou que “a unidade do MS é importante pra assegurar a vitória daqueles que representam as reivindicações do Projeto Brasil”.
Na pauta da CMS, o objetivo é obter novas conquistas. "Passamos por crise, políticas neoliberais, criminalização dos movimentos sociais e falta de diálogo. Não queremos o retrocesso, com a volta dos tucanos, que representam o neoliberalismo”, reforçou o presidente da CUT, Artur Henrique.
Ao final, João Paulo Rodrigues, do MST, celebrou o sucesso da plenária e o amadurecimento da Coordenação dos Movimentos Sociais. “A CMS dá um salto de qualidade. Antes era uma plataforma só contra a política econômica, depois só uma ofensiva contra a direita. E hoje ela se reúne e discute um projeto para o Brasil. Isso faz com que a militância se envolva mais, há o clima nacional de ampliar a pauta de reivindicações”, disse.
Documento
O documento aprovado pela plenária destacou que o Estado foi fortalecido no último período, “alcançando maior ritmo de desenvolvimento”, “a distribuição de renda e o progresso social avançaram com a valorização do salário mínimo, das políticas sociais e a integração solidária do continente foi estimulada”, porém, “muito mais há para ser feito”.
Diz trecho do texto: “Defendemos mudanças na política econômica, com redução dos juros e do elevado superávit primário, para que o país transite para um novo Projeto Nacional de Desenvolvimento. Estas mudanças são fundamentais para contribuir com o fortalecimento e a ampliação dos programas sociais, investimentos em infraestrutura, saúde, educação, habitação, saneamento, energia, transporte público, geração de emprego e distribuição de renda. Sabemos que enquanto não resolvermos a grave desigualdade social motivada pela enorme concentração de renda e riquezas em nosso país não avançaremos na constituição de um Brasil democrático”.
Campanhas
Durante a Assembléia, foram lançadas duas importantes campanhas: a primeira distribuiu aos presentes folders com o formato de um cartão vermelho. Todos fizeram o gesto do juiz do futebol para repudiar a prática do trabalho infantil no Brasil. Uma segunda campanha lançada foi “América Latina e Caribe - contra a instalação de bases militares estrangeiras nas duas regiões”, coordenada pelo Cebrapaz, que distribuiu ainda uma mensagem de solidariedade à Cuba, pedindo o fim do bloqueio econômico; em defesa dos cinco prisioneiros cubanos detidos nos Estados Unidos e a devolução imediata de Guantánamo aos cubanos.
» Baixe a íntegra do Projeto Nacional e Popular dos Movimentos Sociais 2010
http://www.cut.org.br/component/option,com_docman/task,doc_download/gid,1192
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COAE inicia pré-cadastro para matrícula na creche da UFGD
A Coordenadoria Especial de Assuntos Estudantis (COAE) da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) iniciou terça-feira, dia 1º de junho, um pré-cadastro de acadêmicos, primeiramente, interessados em matricular seus filhos no Centro de Educação Infantil (CEIN), mais conhecido como creche, da UFGD.
Será necessária a apresentação dos seguintes documentos pessoais: RG; CPF; cartão do estudante e certidão de nascimento dos filhos. Segundo a COAE, o pré-cadastrado será de estudantes que possuem filhos com idade entre 4 meses a 5 anos.
Os interessados deverão procurar a COAE, localizada da Unidade 1 da UFGD (Rua João Rosa Góes, 1761, Vila Progresso), das 7h às 11h e das 13h às 17h, até o dia 11 de junho, sexta-feira.
Será necessária a apresentação dos seguintes documentos pessoais: RG; CPF; cartão do estudante e certidão de nascimento dos filhos. Segundo a COAE, o pré-cadastrado será de estudantes que possuem filhos com idade entre 4 meses a 5 anos.
Os interessados deverão procurar a COAE, localizada da Unidade 1 da UFGD (Rua João Rosa Góes, 1761, Vila Progresso), das 7h às 11h e das 13h às 17h, até o dia 11 de junho, sexta-feira.
terça-feira, 1 de junho de 2010
Moção de Apoio
Moção de Apoio
O DCE–UFGD tomou conhecimento recentemente dos acontecimentos que empolgaram o Movimento Estudantil na Capital, em conquistar o espaço da antiga rodoviária para instalação de uma nova Unidade da UEMS em Campo Grande. Entendemos ser este um momento histórico para a luta em favor da nossa Universidade Estadual, e não podemos deixar de prestar nossa solidariedade aos militantes que se empenham neste processo.
Viemos a público por meio desta moção não apenas deixar registrado nosso total apoio a este movimento, mas também para somar forças nessa empreitada. Sabemos da dificuldade que a unidade esta passando por não ter um espaço físico a altura que um campus universitário mereça ter. A dificuldade aumenta ainda mais quando a administração municipal que invés de fortalecer a educação publica apoiando o movimento, prefere pensar em plano b para o local.
O DCE-UFGD é parceiro de todos e todas que lutam por uma educação publica e de qualidade. Colocamo-nos à disposição dos companheiros da UEMS para tudo o que estiver ao nosso alcance nessa que é apenas mais uma das muitas batalhas que juntos travaremos na luta por um sistema educacional que sirva aos interesses do povo, e não daqueles que exploram o povo.
Bruno Dantas Wizenfad Coordenador Geral
Diretório Central dos Estudantes - DCE
Universidade Federal da Grande Dourados – UFGD
O DCE–UFGD tomou conhecimento recentemente dos acontecimentos que empolgaram o Movimento Estudantil na Capital, em conquistar o espaço da antiga rodoviária para instalação de uma nova Unidade da UEMS em Campo Grande. Entendemos ser este um momento histórico para a luta em favor da nossa Universidade Estadual, e não podemos deixar de prestar nossa solidariedade aos militantes que se empenham neste processo.
Viemos a público por meio desta moção não apenas deixar registrado nosso total apoio a este movimento, mas também para somar forças nessa empreitada. Sabemos da dificuldade que a unidade esta passando por não ter um espaço físico a altura que um campus universitário mereça ter. A dificuldade aumenta ainda mais quando a administração municipal que invés de fortalecer a educação publica apoiando o movimento, prefere pensar em plano b para o local.
O DCE-UFGD é parceiro de todos e todas que lutam por uma educação publica e de qualidade. Colocamo-nos à disposição dos companheiros da UEMS para tudo o que estiver ao nosso alcance nessa que é apenas mais uma das muitas batalhas que juntos travaremos na luta por um sistema educacional que sirva aos interesses do povo, e não daqueles que exploram o povo.
Bruno Dantas Wizenfad Coordenador Geral
Diretório Central dos Estudantes - DCE
Universidade Federal da Grande Dourados – UFGD
Ambulância do HU fará atendimento de emergência na unidade 2
Moradia Estudantil

Durante a palestra sobre o pré-sal, o DCE organizou um ato para cobrar do Senador o compromisso com os estudantes da UFGD em viabilizar a verba para construção da Moradia, no qual conseguimos garantir a emenda para a construção da moradia para este ano. Mas como nem tudo são flores, o valor prometido no valor de 2.000.000 (dois milhões reais), até o momento, só foi repassado a universidade o valor 500.000 (quinhentos mil reais). Continuaremos reivindicando. Moradia Estudantil Já.
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Seminário Unb fora do Armário e I Marcha Nacional contra a Homofobia
http://www.reconquistaraune.com.br/
Seminário Unb fora do Armário e I Marcha Nacional contra a Homofobia
25 Mai 2010
Construindo Diálogos por um Brasil Fora do Armário!
por Rídina Motta e Vinícius Alves
Entre os dias 17 e 19 de Maio de 2010 Brasília foi palco de diversas atividades contra a homofobia que culminaram na realização da I Marcha Nacional LGBT.
O evento contou com a presença de 3mil pessoas vindas de todos os estados do País e que marcharam reivindicando a criminalização da homofobia e a aplicação do Plano Nacional LGBT - que visa garantir a cidadania plena a Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais.
Sem dúvidas, a Marcha configurou-se como um grande divisor de águas para o Movimento LGBT Brasileiro, que levou às ruas pela primeira vez em um calendário unificado seus protestos, suas bandeiras e indignações frente ao fundamentalismo religioso e aos setores conservadores da sociedade, que impedem até hoje cidadãos LGBT de terem leis aprovadas e direitos equiparados.
Nos dias 17 e 18 de Maio, a Juventude da ABGLT, juntamente com a UNE, através de sua Diretoria LGBT e dos DCEs da UnB e UCB realizaram o I Seminário UnB Fora do Armário, que contou com a presença de lideranças do movimento LGBT, bem como representantes do Legislativo e do Executivo no Brasil.
Durante os debates foi ressaltada a urgência e importância de trazer para dentro da Universidade a pauta LGBT em defesa da diversidade sexual, colocando o ensino superior como um local estratégico para a operarmos transformações reais que queremos ter na sociedade.
Os debates do UnB fora do Armário reforçaram essa necessidade da luta contra a homofobia dentro do espaço universitário, especialmente quando vimos no último período casos de agressão a estudantes homossexuais, seja nas Casas de Estudantes, nos jornais de Centros Acadêmicos ou por parte da própria homofobia institucional operada por seguranças de algumas Instituições de Ensino (IEs).
Além de denunciar esses atos de homofobia o seminário pautou também a necessidade de mudanças administrativas e curriculares capazes de atender as demandas dos LBGT’s na universidade e na Educação brasileira.
O uso do nome social de travestis e trasexuais é um desses pontos fundamentais de reivindicação, que traz consigo também a reflexão crítica e a denuncia de exclusão que sofrem ainda essas e esses cidadãos no processo educacional brasileiro.
O Seminário UnB Fora do Armário, bem como a Marcha LGBT nos mostram a importância que tem nos organizarmos cada vez mais para dentro e fora da Universidade, rompendo com paradigmas conservadores e heteronormativos que ainda constituem e sustentam setores da sociedade brasileira e de nossas universidades.
A Universidade deve se constituir em espaço público de produção do conhecimento que se volte para a emancipação de todas e todos, rompendo com preconceitos e formando seres sociais reais, capazes de operar as mudanças necessárias na construção de uma sociedade cada vez mais justa, radicalmente democrática e igualitária.
É chegada a hora de pensar a inclusão dessas e desses cidadãos em todos os espaços, com respeito e condições reais e materiais de viver uma cidadania plena, com acesso a educação, trabalho, lazer e tudo mais.
É preciso construir cada vez mais diálogos que voltem-se à sociedade resignificando a diversidade como um valor humano saudável e a ser preservado, no lugar de visto como uma ameaça a ordem, a vida ou a moralidade humana.
Construir uma sociedade e uma Universidade sem homofobia, lesbofobia, transfobia e operar essa transformações reais é papel da Juventude da ABGLT, da União Nacional dos Estudantes e de cada um de nós que acreditamos nessa luta.
Todas e todos rumo a II Marcha Nacional Contra a Homofobia - Maio 2011, até que todas nós LGBT sejamos livres!
Viva a Marcha Nacional Contra a Homofobia!
Viva a Juventude da ABGLT!
Viva a União Nacional dos Estudantes!
Até a vitória!
*Rídina Motta é 1ª Diretora LGBT da UNE
**Vinícius Alves é da Associação Beco das Cores (BA) e membro da Comissão Política Nacional da Juventude da ABGLT
Seminário Unb fora do Armário e I Marcha Nacional contra a Homofobia
25 Mai 2010
Construindo Diálogos por um Brasil Fora do Armário!
por Rídina Motta e Vinícius Alves
Entre os dias 17 e 19 de Maio de 2010 Brasília foi palco de diversas atividades contra a homofobia que culminaram na realização da I Marcha Nacional LGBT.
O evento contou com a presença de 3mil pessoas vindas de todos os estados do País e que marcharam reivindicando a criminalização da homofobia e a aplicação do Plano Nacional LGBT - que visa garantir a cidadania plena a Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais.
Sem dúvidas, a Marcha configurou-se como um grande divisor de águas para o Movimento LGBT Brasileiro, que levou às ruas pela primeira vez em um calendário unificado seus protestos, suas bandeiras e indignações frente ao fundamentalismo religioso e aos setores conservadores da sociedade, que impedem até hoje cidadãos LGBT de terem leis aprovadas e direitos equiparados.
Nos dias 17 e 18 de Maio, a Juventude da ABGLT, juntamente com a UNE, através de sua Diretoria LGBT e dos DCEs da UnB e UCB realizaram o I Seminário UnB Fora do Armário, que contou com a presença de lideranças do movimento LGBT, bem como representantes do Legislativo e do Executivo no Brasil.
Durante os debates foi ressaltada a urgência e importância de trazer para dentro da Universidade a pauta LGBT em defesa da diversidade sexual, colocando o ensino superior como um local estratégico para a operarmos transformações reais que queremos ter na sociedade.
Os debates do UnB fora do Armário reforçaram essa necessidade da luta contra a homofobia dentro do espaço universitário, especialmente quando vimos no último período casos de agressão a estudantes homossexuais, seja nas Casas de Estudantes, nos jornais de Centros Acadêmicos ou por parte da própria homofobia institucional operada por seguranças de algumas Instituições de Ensino (IEs).
Além de denunciar esses atos de homofobia o seminário pautou também a necessidade de mudanças administrativas e curriculares capazes de atender as demandas dos LBGT’s na universidade e na Educação brasileira.
O uso do nome social de travestis e trasexuais é um desses pontos fundamentais de reivindicação, que traz consigo também a reflexão crítica e a denuncia de exclusão que sofrem ainda essas e esses cidadãos no processo educacional brasileiro.
O Seminário UnB Fora do Armário, bem como a Marcha LGBT nos mostram a importância que tem nos organizarmos cada vez mais para dentro e fora da Universidade, rompendo com paradigmas conservadores e heteronormativos que ainda constituem e sustentam setores da sociedade brasileira e de nossas universidades.
A Universidade deve se constituir em espaço público de produção do conhecimento que se volte para a emancipação de todas e todos, rompendo com preconceitos e formando seres sociais reais, capazes de operar as mudanças necessárias na construção de uma sociedade cada vez mais justa, radicalmente democrática e igualitária.
É chegada a hora de pensar a inclusão dessas e desses cidadãos em todos os espaços, com respeito e condições reais e materiais de viver uma cidadania plena, com acesso a educação, trabalho, lazer e tudo mais.
É preciso construir cada vez mais diálogos que voltem-se à sociedade resignificando a diversidade como um valor humano saudável e a ser preservado, no lugar de visto como uma ameaça a ordem, a vida ou a moralidade humana.
Construir uma sociedade e uma Universidade sem homofobia, lesbofobia, transfobia e operar essa transformações reais é papel da Juventude da ABGLT, da União Nacional dos Estudantes e de cada um de nós que acreditamos nessa luta.
Todas e todos rumo a II Marcha Nacional Contra a Homofobia - Maio 2011, até que todas nós LGBT sejamos livres!
Viva a Marcha Nacional Contra a Homofobia!
Viva a Juventude da ABGLT!
Viva a União Nacional dos Estudantes!
Até a vitória!
*Rídina Motta é 1ª Diretora LGBT da UNE
**Vinícius Alves é da Associação Beco das Cores (BA) e membro da Comissão Política Nacional da Juventude da ABGLT
Mais de 25 entidades definem posicionamento para as eleições 2010
Mais de 25 entidades definem posicionamento para as eleições 2010
www.une.org.br
Coordenação dos Movimentos Sociais (CMS) terá assembléia no dia 31 de maio, em São Paulo, para aprovar texto de reivindicações aos presidenciáveis; são esperadas mais de 3 mil pessoas, de todas as regiões do país.
A Coordenação dos Movimentos Sociais (CMS), que reúne 28 entidades, entre elas CUT, CTB, MST, além da UNE, UBES e ANPG, realizará no próximo dia 31 de maio, segunda- feira, em São Paulo, uma Assembléia Nacional com objetivo de discutir, elaborar e aprovar a plataforma política do movimento social brasileiro para as eleições 2010. O documento será apresentado ao conjunto da sociedade e incluirá a pauta de reivindicações dessas entidades aos candidatos a presidente, governador, senador, deputado federal, estadual e distrital.
A Assembléia Nacional dos Movimentos Sociais acontecerá na quadra da sede do Sindicato dos Bancários (Rua São Bento, 413, Centro), a partir das 10h. São esperadas mais de 3 mil pessoas de todas as regiões do país, que representam movimentos de moradia, estudantis, trabalhadores, sem terra, sem teto, desempregados, além de intelectuais, comunicadores, pastorais e diversos sindicatos. A participação é aberta a qualquer cidadão, sem necessidade de credenciamento prévio.
POSICIONAMENTO PÓS GOVERNO LULA
Apesar de o governo Lula ter sido o que mais dialogou com os movimentos sociais brasileiros, a CMS aponta que as mobilizações e a pressão popular irão se acirrar em 2011, independentemente do resultado eleitoral. Além de aprovar o texto, a assembléia servirá para organizar as próximas mobilizações unificadas. A CMS incentivará também a constituição de comitês populares de campanha para as eleições 2010. Serão espaços pluripartidários de articulação dos movimentos sociais para intervenção no processo eleitoral.
PROJETO INICIADO EM JANEIRO
Sensibilizados com o momento histórico pelo que passa o Brasil neste início de século e atentos à responsabilidade de marcar sua posição no processo eleitoral de 2010, os movimentos sociais começaram sua articulação em janeiro, durante o Fórum Social Mundial - 10 anos, em Porto Alegre, dia 29, e o Fórum Social Temático de Salvador, dia 31. Nestes dois encontros, a CMS realizou a Assembléia dos Movimentos Sociais e lançou um duplo desafio:
Construir uma plataforma de lutas e propostas unificadas, apresentando um Projeto Popular para o Brasil;
Combinar uma intervenção qualificada no processo eleitoral, defendendo esse projeto, sem se deixar absorver pela lógica eleitoral, com a continuidade da mobilização social e a construção de uma agenda unificada de lutas.
Foram também realizadas plenárias em 15 estados, para absorver as reivindicações locais de cada região do país, mobilizando mais de 20 mil pessoas, unificando a rica diversidade de movimentos. Dessa forma, o amplo debate realizado em todo o território brasileiro renova a leitura de último documento lançado pela CMS, em 2006.
PRÉ-SAL, MEIO AMBIENTE, DESENVOLVIMENTO E SOLIDARIEDADE
O texto a ser aprovado se divide em cinco eixos temáticos, com o propósito de apontar as posições e intervenções da CMS sobre o atual momento político. Os cinco pontos são: "Soberania Nacional", "Desenvolvimento", "Democracia", "Mais Direitos ao Povo" e "Solidariedade". Para além desses temas, o documento deverá incluir novas bandeiras como a defesa do pré-sal 100% para o povo brasileiro, uma política de desenvolvimento social e ambientalmente sustentável, valorização do trabalho, universalização da internet banda larga e o fim das patentes de remédios.
O QUE É A COORDENAÇÃO DOS MOVIMENTOS SOCIAIS - CMS
A diversidade marca a Coordenação dos Movimentos Socias (CMS), criada em abril de 2003 por organizações e entidades como o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e a União Nacional dos Estudantes (UNE). Espaço de convergência, reflexão e atuação conjunta, a CMS tem o objetivo de aglutinar propostas para o desenvolvimento do país e para a melhoria da vida do conjunto da sociedade. Trata-se de um espaço estratégico de convergência de todas as forças populares e democráticas. Juntas, elas constroem um campo de ação que coloca os movimentos sociais como protagonistas na produção de conhecimento e elaboração de alternativas viáveis e avançadas para o Brasil.
A CMS é formada por movimentos nacionais, mas nos estados participam movimentos e grupos locais. A Coordenação se organiza a partir de articulação horizontal e sem hierarquia por tipo ou forma de movimento. Não foram convidados partidos políticos, sendo que as diferentes correntes ideológicas se expressam por meio da sua presença nos movimentos de massa. Em todos os debates, se busca a pluralidade, o respeito à democracia e consenso nas decisões tomadas.
QUEM PARTICIPA DA CMS
CUT - Central Única dos Trabalhadores / MST – Movimento dos Trabalhadores Sem Terra / CMP – Central de Movimentos Populares / UNE - União Nacional dos Estudantes / UBES - União Brasileira de Estudantes Secundaristas ABI - Associação Brasileira de Imprensa / CNBB/PS - Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-Pastorais Sociais / Grito dos Excluídos / MMM - Marcha Mundial das Mulheres / UBM - União Brasileira de Mulheres / CONEN / MTD - Movimento dos Trabalhadores Desempregados / MTST - Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras Sem Teto / CONTEE – Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimento de Ensino / CNTE – Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação/ Conam - Confederação Nacional das Associações de Moradores / UNMP - União Nacional por Moradia Popular / Ação Cidadania / Cebrapaz - Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz / ABRAÇO - Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária / CGTB - Central Geral dos Trabalhadores do Brasil / CNQ -Confederação Nacional do Ramo Químico / FUP – Federação Única dos Petroleiros / CTB - Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil / CMB / ANPG – Associação Nacional dos Pós Graduandos
Fonte: Assessoria de Imprensa.
www.une.org.br
Coordenação dos Movimentos Sociais (CMS) terá assembléia no dia 31 de maio, em São Paulo, para aprovar texto de reivindicações aos presidenciáveis; são esperadas mais de 3 mil pessoas, de todas as regiões do país.
A Coordenação dos Movimentos Sociais (CMS), que reúne 28 entidades, entre elas CUT, CTB, MST, além da UNE, UBES e ANPG, realizará no próximo dia 31 de maio, segunda- feira, em São Paulo, uma Assembléia Nacional com objetivo de discutir, elaborar e aprovar a plataforma política do movimento social brasileiro para as eleições 2010. O documento será apresentado ao conjunto da sociedade e incluirá a pauta de reivindicações dessas entidades aos candidatos a presidente, governador, senador, deputado federal, estadual e distrital.
A Assembléia Nacional dos Movimentos Sociais acontecerá na quadra da sede do Sindicato dos Bancários (Rua São Bento, 413, Centro), a partir das 10h. São esperadas mais de 3 mil pessoas de todas as regiões do país, que representam movimentos de moradia, estudantis, trabalhadores, sem terra, sem teto, desempregados, além de intelectuais, comunicadores, pastorais e diversos sindicatos. A participação é aberta a qualquer cidadão, sem necessidade de credenciamento prévio.
POSICIONAMENTO PÓS GOVERNO LULA
Apesar de o governo Lula ter sido o que mais dialogou com os movimentos sociais brasileiros, a CMS aponta que as mobilizações e a pressão popular irão se acirrar em 2011, independentemente do resultado eleitoral. Além de aprovar o texto, a assembléia servirá para organizar as próximas mobilizações unificadas. A CMS incentivará também a constituição de comitês populares de campanha para as eleições 2010. Serão espaços pluripartidários de articulação dos movimentos sociais para intervenção no processo eleitoral.
PROJETO INICIADO EM JANEIRO
Sensibilizados com o momento histórico pelo que passa o Brasil neste início de século e atentos à responsabilidade de marcar sua posição no processo eleitoral de 2010, os movimentos sociais começaram sua articulação em janeiro, durante o Fórum Social Mundial - 10 anos, em Porto Alegre, dia 29, e o Fórum Social Temático de Salvador, dia 31. Nestes dois encontros, a CMS realizou a Assembléia dos Movimentos Sociais e lançou um duplo desafio:
Construir uma plataforma de lutas e propostas unificadas, apresentando um Projeto Popular para o Brasil;
Combinar uma intervenção qualificada no processo eleitoral, defendendo esse projeto, sem se deixar absorver pela lógica eleitoral, com a continuidade da mobilização social e a construção de uma agenda unificada de lutas.
Foram também realizadas plenárias em 15 estados, para absorver as reivindicações locais de cada região do país, mobilizando mais de 20 mil pessoas, unificando a rica diversidade de movimentos. Dessa forma, o amplo debate realizado em todo o território brasileiro renova a leitura de último documento lançado pela CMS, em 2006.
PRÉ-SAL, MEIO AMBIENTE, DESENVOLVIMENTO E SOLIDARIEDADE
O texto a ser aprovado se divide em cinco eixos temáticos, com o propósito de apontar as posições e intervenções da CMS sobre o atual momento político. Os cinco pontos são: "Soberania Nacional", "Desenvolvimento", "Democracia", "Mais Direitos ao Povo" e "Solidariedade". Para além desses temas, o documento deverá incluir novas bandeiras como a defesa do pré-sal 100% para o povo brasileiro, uma política de desenvolvimento social e ambientalmente sustentável, valorização do trabalho, universalização da internet banda larga e o fim das patentes de remédios.
O QUE É A COORDENAÇÃO DOS MOVIMENTOS SOCIAIS - CMS
A diversidade marca a Coordenação dos Movimentos Socias (CMS), criada em abril de 2003 por organizações e entidades como o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e a União Nacional dos Estudantes (UNE). Espaço de convergência, reflexão e atuação conjunta, a CMS tem o objetivo de aglutinar propostas para o desenvolvimento do país e para a melhoria da vida do conjunto da sociedade. Trata-se de um espaço estratégico de convergência de todas as forças populares e democráticas. Juntas, elas constroem um campo de ação que coloca os movimentos sociais como protagonistas na produção de conhecimento e elaboração de alternativas viáveis e avançadas para o Brasil.
A CMS é formada por movimentos nacionais, mas nos estados participam movimentos e grupos locais. A Coordenação se organiza a partir de articulação horizontal e sem hierarquia por tipo ou forma de movimento. Não foram convidados partidos políticos, sendo que as diferentes correntes ideológicas se expressam por meio da sua presença nos movimentos de massa. Em todos os debates, se busca a pluralidade, o respeito à democracia e consenso nas decisões tomadas.
QUEM PARTICIPA DA CMS
CUT - Central Única dos Trabalhadores / MST – Movimento dos Trabalhadores Sem Terra / CMP – Central de Movimentos Populares / UNE - União Nacional dos Estudantes / UBES - União Brasileira de Estudantes Secundaristas ABI - Associação Brasileira de Imprensa / CNBB/PS - Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-Pastorais Sociais / Grito dos Excluídos / MMM - Marcha Mundial das Mulheres / UBM - União Brasileira de Mulheres / CONEN / MTD - Movimento dos Trabalhadores Desempregados / MTST - Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras Sem Teto / CONTEE – Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimento de Ensino / CNTE – Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação/ Conam - Confederação Nacional das Associações de Moradores / UNMP - União Nacional por Moradia Popular / Ação Cidadania / Cebrapaz - Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz / ABRAÇO - Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária / CGTB - Central Geral dos Trabalhadores do Brasil / CNQ -Confederação Nacional do Ramo Químico / FUP – Federação Única dos Petroleiros / CTB - Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil / CMB / ANPG – Associação Nacional dos Pós Graduandos
Fonte: Assessoria de Imprensa.
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